
Essa semana, o livro escolhido é Cabeça de Vento, de Meg (diva!) Cabot.
Se vocês quiserem sugerir algum livro, autor ou tema, é só escrever nos comentários.
"Percebi que não estava adiantando. Sério.
– Bem - tentei. – Eu poderia tirar a roupa e revelar que, por baixo da calça jeans e do casaco de moletom, estou usando um top justo e um short bem curtinho, tipo o que Lara Croft usa em Tomb Raider... Só que o meu é de um material à prova de fogo e coberto com adesivos de dinossauros fosforescentes.
Ninguém se mexeu. Nem mesmo Christopher, que é doido pela Lara Croft.
– Sei o que vocês estão pensando - continuei. – Adesivos de dinossauros fosforescentes são coisas do passado. Mas acho que eles acrescentam certo je ne sais quoi à produção. É verdade. Usar um short curto por baixo da calça jeans é bastante desconfortável e difícil de tirar no banheiro, mas o short tem coldres de fácil acesso onde carrego as minhas duas pistolas de alto calibre...
O sinal do conômetro soou.
– Obrigado, Em - agradeceu o Sr. Greer, bocejando. – Você foi muito persuasiva." (pág. 13)
"Às vezes, acho que o colégio é um tipo de teste imposto pela sociedade para ver se os adolescentes conseguirão sobreviver no mundo real.
E eu tenho certeza de que não estou indo nada bem nesse teste." (pág. 18)
"– Gabriel não tem cobertura, mamãe. Ele não caiu nas armadilhas da fama.
Caí na risada ao ouvir isso. Frida me lançou um olhar fulminante e continuou:
– É verdade! Ele mora em apartamento aqui no SoHo. Não é um desses cantores bonitinhos fabricados pela indústria fonográfica que Em odeia tanto. Além de cantar, ele também escreve as músicas. Mesmo sendo uma sensação em Londres, de onde veio, quase ninguém de fora da Inglaterra sabe quem ele é.
– Quase ninguém, a não ser quem lê a CosmoGirl!, é claro - declarei. – Já que você acabou de citar esse trecho do artigo do mês passado sobre ele. Incluindo a parte das 'armadilhas da fama'." (pág. 23)
"Mas Christopher era diferente. Desde o dia em que o vi, pela primeira vez, há quase oito anos, ao lado da van que trouxe as coisas da família dele para o nosso prédio, eu soube que nos daríamos bem.
Tudo bem, admito que foi porque vi uma caixa em que estava escrito VIDEOGAMES DE CHRIS perto do elevador de serviço e percebi que gostávamos do mesmo tipo de coisa.
Enfim." (pág. 26)
"– Música - respondi, notando que uma canção de Gabriel ainda tocava nos alto-falantes. – Eu gosto de música.
Bem... Desta música, para ser exata.
– Ah, tá - disse Frida. – Diga o nome de um artista pop que você costuma escutar. E não vale aquela coisa horrorosa heavy metal que o Christopher curte.
– Um músico pop? - Ergui a sobrancelha. – Vejamos. Que tal Tchaikovsky?
– Muito bom - disse Christopher, explodindo em uma gargalhada. – Mahler também é bom.
– Sombrio demais - opinei. – Beethoven.
– Esse sim, é radical - Christopher concordou, erguendo o indicador e o mindinho em uma saudação rock'n'roll a Beethoven. – Beethoven é o cara!
– Ai, meu Deus - gemeu Frida, levando as mãos á cabeça, mortificada.
– Fala sério, Frida - ri, dando uma cotovelada nela. – Não somos tão desagradáveis assim, né?" (pág. 37)
"De qualquer modo, como eu poderia saber que quando um cara se aproxima tanto é porque ele está planejando tentar algo? Eu presumi que havia algo no meu rosto e que Brandon iria tirar.
Só que não foi isso que aconteceu. A não ser que ele estivesse planejando tirar algo com os lábios." (pág. 94)
"– (...) Tudo se resume a uma questão: onde está nossa identidade, nossa alma? No cérebro? Ou no coração e no corpo?" (pág. 162)
"Mas somos nós quem rimos, porque não estamos mortos.
Em outras palavras, Christopher e eu estávamos certo o tempo todo: existem mortos-vivos de verdade.
O problema é que agora eu sou um deles." (pág. 178)
"Lulu olhou para mim, horrorizada.
- Sabonete? SABONETE? Você lava o rosto com SABONETE?
- Bem, o que mais devemos usar na pele? – perguntei." (pág. 294)
"– (...) Homens héteros só se sentem de três formas em relação às garotas - informou ela, erguendo três dedos e baixando um de cada vez conforme expunha seu argumento. – Primeiro: ou eles amam você e demonstram esse sentimento fazendo uma música para você, tipo Gabriel Luna, e lhe convidando para sair e tudo é legal e divertido como deve ser. Segundo: eles amam você, mas ficam com medo dessa paixão porque é um sentimento forte demais, como esse tal de Christopher, então eles escondem o sentimento e a ignoram, ou fazem coisas estúpidas como se divertirem à sua custa porque não sabem se expressar de outra forma, já que eles são um bebezinhos imaturos e tímidos demais para, tipo, escrever músicas para você. Ou terceiro: tem alguma coisa errada com eles. E começam a ser legais e fofos e então mudam, e passam a fazer coisas estúpidas como dormir com outras garotas pelas suas costas, como Justin Bay. Mas nunca descobriremos o que deu errado com eles, nem eles mesmos, então vale a pena pensar sobre isso. Tá bem? Ponto final." (pág. 298)
Gostaram do Top Quotes da nossa querida autora Meg? Se você ficou curioso com esse livro, dê uma olhadinha na resenha dele. A continuação dele, Sendo Nikki, já foi lançada aqui no Brasil e o último volume, Runaway, lançado nos Estados Unidos em 2010, não tem previsão de lançamento para aqui.
5 comentários:
Adorei as quotes. com certeza os livros da Meg vem cheios de quotes muito bacanas. Uma das personagens sem noção que eu mais adoro é a Lulu.. *-* muito fofa.
Isa! Amei os Top Quotes de "Cabeça de Vento". Sério esse livro tem muuuitos quotes ótimos, assim como todos os outros da tia Meg! A minha sugestão é: "Fallen"
Adoro esses quotes também . E sou super fã da série *---* Meg Cabot DIVA <3
AMEI os quotes! Eu sou suspeita pra falar, por que esse foi o livro da Meg que eu mais gostei! Estou me segurando pra Sendo Nikki não furar a fila de leitura.. Hahahaha.
Beijos!
It's wonderufl to have you on our side, haha!
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